Prancha permite que atletas com diversas deficiências consigam praticar o esporte



Imagem: Arquivo pessoal
De acordo com seu criador, o surfista paraplégico Robson Careca, a prancha acessível que inventou é a primeira do mundo adaptada para todos os tipos de deficiência. Possui pisos táteis direcional e de alerta para beneficiar deficientes visuais. Comporta obesos, pessoas com síndrome de Down, amputados, paraplégicos, pessoas com paraplesia e deficientes auditivos.
"Ela atende as necessidades de surfe e remadas", explica Robson, que também promove a inclusão por meio do surfe, em sua ONG Surf Especial, com o projeto Mão na Borda.
Tanto que, com o equipamento, Robson já chegou a participar de eventos como o festival Aloha Spirit, que, além de apresentações culturais, também reúne competições, a exemplo de festivais internacionais. E, o mais importante, na categoria Stand Up Paddle, mas sem cadeira.

Crianças usam jogo da velha para praticar raciocínio

Jogo da velha é um jogo que até para crianças "normais" é bom para o raciocínio imagina então para crianças com alguma necessidade especial como baixa visão. Algumas pessoas acham isso impossivel, mais com uma ajudinha especial é possivel. Primeiro o tabuleiro: é todo feito de E.V.A com alto relevo, incluindo as peças. As divisões de campos também possuem alto relevo, dessa forma as crianças conseguem jogar sozinhos e de brinde, desenvolvem o raciocínio lógico. Legal né?
As fotos são do blog Professora Bel Sala Multifuncional.

Boas Maneiras a Mesa - Guia para Cegos


http://mdemulher.abril.com.br/blogs/dieta-nunca-mais/files/2012/03/prato-vermelho-talheres.jpg


Para se aproximar da mesa
1. Ponha uma mão nas costas da cadeira.
2. Com a mão livre examinar o feitio e o assento da cadeira para conhecer a forma e para saber se está ocupada ou não.
3. Colocar-se em frente da cadeira de modo que a barriga da perna toque os bordos da mesma, manter o contacto com ela colocando uma mão sobre o assento ou nas costas.
4. Sentar-se à vontade, os pés bem assentes e aproximar-se do bordo da mesa.

Examinar o serviço de mesa
1. Tocar ao de leve na orla da mesa com as costas das mãos e colocar-se bem em frente da mesma.
2. Para localizar o prato pôr as mãos sobre a beira da mesa, os braços flectidos e os dedos curvados e avançar para o centro da mesa até tocar no prato.
3. A partir deste ponto de referência, localizar os talheres por movimentos laterais das mãos, à direita e à esquerda.
4. Tocar ao de leve a parte côncava da colher, a lâmina da faca, os dentes do garfo, para identificar os talheres.
5. Os braços flectidos, os dedos encurvados, seguir o bordo direito do prato, estender o braço e os dedos para localizar a taça ou o copo.
6. Seguir a mesma técnica à esquerda para localizar o cesto do pão.

Carteira Inclinada 

A carteira inclinada é para alunos com baixa visão. Veja as fotos;



A carteira se transforma em um plano inclinado. A vantagem é que o aluno regula do jeito que achar melhor.





Créditos: Professora Bel Sala Multifuncional

Dicas para trabalhar cores 


Uma boa maneira de aprender as cores é praticando não é? Ai tem uma dica ótima para trabalhar as cores, até mesmo com pessoas com DI.


Vídeos em sala de aula


Estava fazendo um curso e vi uma atividade em que teria de planejar uma aula encima de um vídeo. Pesquisei mais sobre o assunto e realmente os vídeos são um ótima forma de ensinar, inclusive ensinar a alunos com deficiências e necessidades especiais. O fato é que isso ajuda mais na concentração. É bom usar tanto vídeos prontos quanto fazer seus próprios vídeos. Se quiser fazer seu próprio vídeo, aqui tem um tutorial.


Aluna com Síndrome de down ganha prêmio de redação



Uma estudante com Síndrome de Down de uma escola particular de Curitibavenceu um concurso nacional de redação infantil. Com o apoio dos professores e dos colegas de classe, Camila Manzolli, de 11 anos, redigiu um texto sobre a própria história.
“Foi um processo bem difícil, mas foi bem legal trabalhar com ela. Eu ia levantando algum tema, mas ela mesma construía as frases e no final ficou bem bacana a história”, explica a professora Giovana de Bassi.